O Coldplay também aderiu a moda do "baixa eu que é de graça" e disponibilizou há um mês o álbum Left Right Left Right Left em seu site. A compilação de alguns sucessos dos ingleses gravados nos shows da última turnê também tem sido distribuida aos fãs que continuam gastando seu rico dinheirinho pra ver os britânicos nos palcos, mesmo com a famigerada crise.
Muito mais do que uma atitude hype-bonitinha, achei a fina flor do marketing de nossos tempos. Digo isso baseada no meu humilde exemplo. Eu, que nunca fui uma grande fã de Coldplay, me ví com bastante vontade de investigar os boatos de que a banda vem pro Brasil e desembolsar meu rico dinheirinho para vê-los. Não sei se foi a comoção épica de Viva la Vida ou a melodia cativante de Strawberry Swing, ambas do álbum mais recente do grupo - Viva La vida or Death and all his friends - ou quem sabe pelos sucessinhos da fossa que dizem tanto mesmo sendo kinda cliché, como Fix You. Eu sempre achei que "o grito da galera ao vivo tem poder" e mesmo que meus amigos tenham feito crescer o preconceito em realação à banda, é inegável a vontade de , literalmente, pagar pra ver que o álbum gratuito despertou. Ponto pra Chris Martin e seus amigos!
Enfim... é só clicar, baixar, concordar e/ou discordar.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
.Michael.
Tá bom então. O cara morreu. Uma pena. Todos os veículos de informação falam sobre isso. Sobre a more e sobre ele: a carreira, a infância, as loucuras pós explosão de sucesso. Cansa muito...
Pensei em não escrever. Primeiro porque nunca fui aficcionada pelo artista, nem por sua música. Segundo porque já falaram de mais.
Mas vai...
Ele é bom sim.
Gostei desse vídeo - clássico, clichê e delicioso de rever.
E só.
Pensei em não escrever. Primeiro porque nunca fui aficcionada pelo artista, nem por sua música. Segundo porque já falaram de mais.
Mas vai...
Ele é bom sim.
Gostei desse vídeo - clássico, clichê e delicioso de rever.
E só.
terça-feira, 16 de junho de 2009
.Del Rey, no Studio SP.
Dia 12/06 (Dia dos Namorados), o Del Rey se apresentou no StudioSP.
O Show começou às 2hs da madrugada e terminou pós 4h30. Sim, foi longo, animado e repleto e participações especiais - uma delas, do Clemente dos Inocentes.
Teve recadinhos sendo lidos no palco, concurso de samba, beijos de casais apaixonados, e muita música boa, lindamente interpretada pelos garotos.
China divertiu-nos (e divertiu-se)... como sempre.
Foi bom!
ps. Dia 12/06 o Dj que antecedeu o show era péssimo.
Uma consideração pessoal sobre o StudioSp:
Eu preferia quando era na Vila Madalena!
O fácil acesso à Augusta aumentou e modificou o público. Sei que isso está longe de ser algo ruim, especialmente para a casa. Mas, egoístamente não aprovo essa "versão-balada" do StudioSp.
A qualidade dos músicos que ali se apresentam continua excelente, também a decoração é tão ou mais bonita que antes. No entanto, sinto falta das moças de colar de pérola, do ambiente mais leve do segundo andar, da vista da noite paulistana iluminada, dos corredores com o som mais baixo, dos sofás onde esticava as pernas depois de muito dançar...
Há um pouco de nostalgia nesse meu comentário, confesso.
Porém, alguma mudança fará bem aos meus olhos e ouvidos. Há de, no mínimo, ser motivo pra uma busca por novas rotas a procura de bons lugares em São Paulo.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
.aquele cheiro, som, imagem do seu corpo... incendeia.
Ai, como eles sorriem.
E como é intenso o brilho daquela gente de sotaque nordestino e de gingado brasileiro.
E a batucada atiçando os sentidos...
Pés fora do chão, olhos atentos ao movimento da percussão, forte e ritmada, esquentando a alma da gente. Pandeiro, alfaia, tambor que aceleram rebolados, e fazem o povo todo entrar num extase coletivo inebriante, e bonito de ver.
Gosto do discurso de revolução. E dos moços, que saltitam e viram muitos no palco.
Amorenados, de sorriso largo - como gosto de vê-los!
E não me canso de ouvir:
As histórias sobre Canudos (A Matadeira), do moço que pede "Pai, me ensina a ser palhaço" (O palhaço do Circo sem Futuro), da moça que se joga da janela (A teus pés), o fã que morava no Carandiru (Memórias dos Cárcere)...
A poesia de Zé da Luz...
É tanto encantamento, que faltam palavras.
Me apaixono toda vez.
E não consigo me isentar de emoção ao falar desses meninos!
E me orgulho de ter artistas assim no meu país.
Que as fotos falem por si:
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Virada Cultural 2009
Ouço reclamações sobre a Virada Cultural de São Paulo de quase todo mundo que se "arriscou" pelas ruas do Centro. E sim, eu também notei a sujeira, o tumulto em alguns shows e o excesso de empolgação de alguns "jovenzinhos desmiolados", mas isso, de maneira alguma, atrapalhou minha diversão.
Afinal, somos paulistanos, ou não? Conhecemos de fato nosso povo e nossa cidade, ou não?
A Virada Cultural aconteceu nos dias 2 e 3 de Maio, e estimava 3 milhões de pessoas nas ruas (alcançamos a marca de 4 milhões), indo atrás de espetáculos como em procissão, animados por cervejas e vinhos, e pela companhia de amigos (os de sempre, e os conquistados ali, na hora, em filas, em "muvucas", em danças apertadas no meio da multidão).
Sim, eu já sabia que seria assim!
(Afinal, essa é a 4ª Virada em que passeio apaixonada...)
Por esse motivo, mesmo querendo muito, evitei shows como o da Maria Rita, Zeca Baleiro, Novos Baianos... E atravessei sorridente a Rio Branco, Sta. Efigênia, São João, República, Anhangabaú...
Se eu reparei na bagunça? Sim! Reparei, claro.
Mas era pouco diante da beleza que é ver nossa São Paulo iluminada às 2 da manhã, florida de moças de flor no cabelo, de meninos que sambam rodopiando lindamente, e de som. Porque atualmente não há maior beleza do que poder caminhar aqueles caminhos sem medo da escuridão.
Pra festejar tal liberdade, vimos, ouvimos, dançamos e cantarolamos com:
Cia de Artes do Baque Bolado passeando pela cidade
Farufyno e Trio Mocotó na Avenida Rio Branco
Curumim no Largo da Santa Efigênia
Instituto, Bnegão, Thalma e Dafé cantando Tim Maia Racional (1975) na São João
Nação Zumbi na Praça da República
Wado, Banda Eddie e Otto no SESC Santana
Se foi bom?
Em boa companhia, o que é que pode ser de todo ruim? hein?!
Marcadores:
banda eddie,
bnegão,
cia de artes do baque bolado,
curumim,
dafé,
farufyno,
instituto,
nação zumbi,
otto,
thalma de freitas,
trio mocotó,
wado
domingo, 26 de abril de 2009
Que o novo sempre vem

Talvez você se perca na linha do tempo ouvindo os Escadas Rolantes, mas acredite em mim, são de 2009. Meninos fazendo rock. Mais do mesmo?! Se for, que seja bem feito, com as influências certas, com vontade de fazer música e ponto. Eu posso ser suspeita pra falar porque não é de hoje que eu os conheço, mas tão no caminho certo cada vez mais. Ainda bem que eles existem pra eu provar pros meus filhos que na minha geração nem toda banda "de garagem", "de amigo" e que "tava começando" era emuxa e cheia de frescura...
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Instrumental SESC Brasil - Ó do Borogodó
Tinha tudo pra ser um fim de feriado parado. Eu realmente não estava em dia com o carnê da cultura e não tinha planos pra terça-feira-Tiradentes. Nada poderia ter caído melhor do que um convite inesperado pra ir ao Sesc Av. Paulista ver o Ó do Borogodó fazendo uma belíssima homenagem a Altamiro Carrilho, com direito a Sivuca e João Bosco de lambuja!
Saí em disparada da minha casa às 17h50 e cheguei na porta do SESC 18h20.. pra minha sorte ainda havia ingressos e já tinha companhia a minha espera. Sem maiores problemas nós entramos, encontramos um bom lugar entre as muitas cabecinhas brancas no pequeno auditório. Um tempo de espera na medida pra colocar o papo em dia e estávamos prontos para ver Gian Correa (violão de 7), Ildo Silva (cavaquinho), Alexandre Ribeiro (Clarinete) e Roberta Valente (pandeiro) dando um show de interpretação: tudo perfeito.
O Instrumental SESC Brasil acontece toda as terças-feira, às 7 da noite. A atração do dia 28 será Raul de Souza, comemorando 55 anos de carreira.
Saí em disparada da minha casa às 17h50 e cheguei na porta do SESC 18h20.. pra minha sorte ainda havia ingressos e já tinha companhia a minha espera. Sem maiores problemas nós entramos, encontramos um bom lugar entre as muitas cabecinhas brancas no pequeno auditório. Um tempo de espera na medida pra colocar o papo em dia e estávamos prontos para ver Gian Correa (violão de 7), Ildo Silva (cavaquinho), Alexandre Ribeiro (Clarinete) e Roberta Valente (pandeiro) dando um show de interpretação: tudo perfeito.
O Instrumental SESC Brasil acontece toda as terças-feira, às 7 da noite. A atração do dia 28 será Raul de Souza, comemorando 55 anos de carreira.
Assinar:
Postagens (Atom)














